Adonaïs (1821), de Percy Bysshe Shelley: Por uma implementação robusta da estrofe spenceriana na versificação em língua portuguesa.

Roberto Mário Schramm Jr

Resumo


O presente ensaio consiste em uma introdução ao experimento de tradução do Adonaïs de Percy Bysshe Shelley, aqui proposto. Trata-se de um comentário acerca desse projeto de tradução orientado à estrofe poética. Tal projeto, assumindo uma postura transcriativa, pressupõe a implementação robusta em língua portuguesa da estrofe Spenseriana, empregada por Shelley.


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In-Traduções ISSN 2176-7904, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.